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O arrazoado falsamente bíblico a favor da libertinagem
03 / 11 / 2008

Há pessoas intencionalmente ignorantes que sempre estão pretendendo alguma interpretação fora do comum (2 Pe 3.16, BV)


Torcer ou adulterar a Palavra de Deus em benefício de uma proposição que se deseja impor é uma medida muito antiga. Depois de admitir que algumas cartas de Paulo contêm coisas difíceis de entender, Pedro garante que “há pessoas intencionalmente ignorantes que sempre [torcem] as cartas dele de todos os lados para significarem uma coisa completamente diferente daquilo que ele queria dizer” (2 Pe 3.16, BV). A engrenagem da maravilhosa graça transformada em libertinagem é desse jeito. Ela é movida por meio de uma raciocínio propositadamente equivocado e distorcido.

Já que os nomes de Tamar (a viúva que se fingiu de prostituta para se deitar com o sogro), Raabe (a prostituta de Jericó) e Bate-Seba (a mulher de Urias com a qual Davi adulterou) estão na genealogia de Jesus (Mt 1.3, 5-6)...

Já que Jesus não veio chamar justos, mas pecadores ao arrependimento (Lc 5.37)...

Já que Jesus veio buscar e salvar o que estava perdido (Lc 19.10)...

Já que Jesus era tido como amigo de publicanos e “pecadores” (Mt 11.19)...

Já que Jesus recebia pecadores e comia com eles (Lc 14.2)...

Já que Jesus ofereceu água viva à mulher samaritana quando ela estava vivendo com o sexto marido e ainda passou dois dias na aldeia dela (Jo 4.1-42)...

Já que Jesus não autorizou o apedrejamento da mulher surpreendida em adultério (Jo 8.1-11)...

Já que Jesus deixou a mulher “pecadora” lavar seus pés com suas lágrimas, enxugá-los com seus cabelos, beijá-los e perfumá-los (Lc 7.36-38)...

Já que Jesus nos perdoa todas as transgressões e removeu toda a nossa culpa, pregando-a na cruz (Cl 2.13-15)...

Já que “o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo”, imediatamente após a morte de Jesus (Mt 27.50-51), abrindo-nos “um novo e vivo caminho” para entrarmos no Santo dos santos pelo sangue precioso de Jesus (Hb 10.19)...

Já que onde aumentou o pecado transbordou a graça (Rm 5.20)...

Já que fomos chamados para a liberdade (Gl 5.13)...

Já que Paulo não derrubou o dito popular “Tudo me é permitido”, tão agradável à sociedade permissiva de Corinto (1 Co 6.12; 10.23).

Então,

“Façamos o mal, para que nos venha o bem” (Rm 3.8)...

“Vamos pecar porque não estamos debaixo da Lei” (Rm 6.15).
 
Fonte: Ultimato
 
  
 
 
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